POR VIAS SEGURAS - Associação brasileira de prevenção dos acidentes de trânsito.
Estatísticas, tipos, causas, custo, localização dos acidentes, acidentes com pedestres, motos, caminhões, etc.... As vítimas de acidentes.
A situação atual dos acidentes no país é alarmante.
As companhias de seguros registraram, em média, 43.000 sinistros de morte por ano nos anos 2002 a 2005.
As conseqüências sociais dos acidentes são gravíssimas, porém mal conhecidas.
O custo sócio-econômico deve ser no mínimo da ordem de 30 bilhões de Reais por ano.
As estatísticas são necessárias para se ter uma avaliação correta da magnitude do fenômeno, e para se poder fixar objetivos quantitativos e medir os resultados efetivamente obtidos.
Colisão, abalroamento, tombamento, capotagem, atropelamento, choque com objeto fixo, são os tipos de acidentes adotados pelo DENATRAN para descrever os acidentes e classificá-los.
A análise das circunstâncias e das conseqüências dos vários tipos de acidentes permite definir meios de reduzir tanto sua freqüência como sua gravidade.
O DNIT utiliza uma classificação mais detalhada para os acidentes nas rodovias.
Conhecer o mal para definir os remédios.
As causas são classificadas em três categorias de fatores de risco: fatores humanos, fatores ligados à infra-estrutura e ao meio-ambiente, fatores ligados aos veículos.
O conhecimento da localização dos acidentes permite identificar os pontos ou segmentos críticos, onde eles são mais freqüentes ou mais graves e que deverão ser prioritáriamente tratados.
Além de 50.000 mortos, os acidentes de trânsito deixam mais de 200.000 feridos graves por ano.
Pesquisas recentes permitem avaliar em 30 a 35 bilhões de Reais o custo dos acidentes de trânsito no país.
Mais de 11.000 pedestres por ano são vítimas fatais de acidentes de trânsito.
Segundo a pesquisa IPEA de Dezembro 2006, 35% dos acidentes ocorridos em 2004 nas rodovias federais envolviam veículos de carga e causaram mais de 40% das vitimas fatais.