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A AACD – Associação de Assistência à Criança Deficiente

Referência nacional no tratamento e reabilitação de pessoas com deficiência física

Press release publicado pela AACD em Março 2011)

 Desde o início de suas atividades, prevenir, tratar, educar, reabilitar e devolver qualidade de vida ao paciente, integrando-o à sociedade, foi o principal objetivo da associação. A partir dos anos 90, a ampliação e a descentralização do atendimento aos deficientes físicos passaram a ser a meta da entidade, que se tornou um núcleo de excelência para médicos, terapeutas e professores

 A AACD – Associação de Assistência à Criança Deficiente, entidade privada, sem fins lucrativos, com mais de 60 anos de atividades, tem como principal missão promover a prevenção, habilitação e reabilitação de pessoas portadoras de deficiência física, especialmente crianças, adolescentes e jovens, favorecendo a integração social. Atualmente, a instituição também atende adultos e idosos.

 Considerada centro de referência no tratamento de pessoas com deficiência física, a entidade tem gestão profissionalizada, 2.037 funcionários e 1.500 voluntários, que dedicam parte de seu tempo apoiando os profissionais da instituição em benefício dos pacientes. São dez unidades distribuídas pelo Brasil: AACD Ibirapuera (SP), AACD Mooca (SP), AACD Osasco (SP), AACD Recife (PE), AACD Uberlândia (MG), AACD Porto Alegre (RS) e AACD Nova Iguaçu (RJ) e as filiadas ARCD Joinville (SC), ARCD São José do Rio Preto (SP) e ARCD Poços de Caldas (MG). Atualmente, estão em construção mais duas unidades na capital paulista (Zona Norte e Zona Sul), em parceria com Prefeitura e Governo do Estado. No Teleton 2010, a cidade de Mogi das Cruzes (SP) foi definida como sede de mais uma unidade filiada da AACD.

 Em 2010, a AACD realizou 1.348.799 atendimentos entre cirurgias, consultas, aulas e terapias. Foram mais de 5.800 atendimentos diários, 6.457 cirurgias e 60.655 aparelhos ortopédicos fabricados e comercializados, que contribuíram para a melhoria na qualidade de vida de milhares de deficientes físicos.

 O novo modelo de gestão implantado em 2006, moderno, transparente e sustentável, é resultado de um processo de mudanças que visa à excelência na administração de serviços. Ele inclui, entre outros pontos importantes, a modernização e a padronização do sistema de TI, investimentos em Recursos Humanos e desenvolvimento de projetos estratégicos para arrecadação de novos fundos. A renovação da governança corporativa amplia a possibilidade de aplicação das mais modernas tecnologias no atendimento clínico – caso da Lokomat, equipamento inédito no Brasil, utilizado no tratamento e reabilitação de pessoas com o mínimo de potencial para andar.

O orçamento da associação é fruto de parcerias, da renda gerada pela fabricação de produtos ortopédicos, da venda de roupas e produtos em bazares, das doações de pessoas físicas e jurídicas, do Teleton (maratona anual televisiva que arrecada, durante mais de 24 horas, recursos para a entidade), do Hospital Abreu Sodré, considerado um dos cinco melhores em ortopedia de São Paulo, e da comercialização de produtos médico-hospitalares, exclusivos do segmento ortopédico, promovida na loja da AACD, inaugurada em 15 de fevereiro de 2011.

 “Graças à colaboração de voluntários, médicos, conselheiros, funcionários, empresas e doadores, que sempre acreditaram no trabalho realizado pela entidade, transformando o sonho de seus idealizadores em uma grande e bela realidade, a AACD mantém um quadro de profissionais qualificados, oferecendo consultas, terapias e tratamentos de altíssima qualidade”, explica o presidente voluntário da instituição, Eduardo de Almeida Carneiro. “Com isso, milhares de pessoas com deficiência física têm a oportunidade de superar desafios e ter uma vida melhor, repleta de realizações e conquistas”, completa.

 Para Carneiro, a solidariedade é o grande alicerce da instituição. “O trabalho da AACD é possível porque há pessoas com sensibilidade, consciência e desejo de transformar a realidade dos deficientes físicos. Mas ainda há um longo caminho pela frente. O reconhecimento faz a fila aumentar. Atualmente, há mais de 32 mil pessoas na fila de espera da instituição, e é preciso que ela ande, com passos cada vez mais decididos”, afirma.

Idealismo fez nascer instituição

 A AACD nasceu do idealismo de um grupo de médicos que queriam criar no Brasil um centro de reabilitação com a mesma qualidade dos centros do Exterior para tratar crianças e adolescentes deficientes físicos e inseri-los na sociedade.

 O início do trabalho da AACD, direcionado à criança deficiente física atingida pela poliomielite, popularmente conhecida como paralisia infantil, foi oficializado em 3 de agosto de 1950, numa sessão histórica ocorrida no Salão Nobre da Associação Comercial de São Paulo. As atividades iniciais aconteceram na Santa Casa e, em setembro de 1951, a AACD se instalou em sua primeira sede definitiva: o casarão da rua Barão de Piracicaba, 679, no bairro paulistano de Campos Elíseos, alugado e reformado para se adaptar às novas finalidades. Em 1952 foi inaugurado no mesmo endereço o primeiro Centro de Reabilitação independente da AACD.

 Os primeiros pacientes do Centro de Reabilitação foram 14 crianças, de 7 a 16 anos – a capacidade era de 23 internos e 40 semi-internos. Pouco, em comparação aos mais de 8 mil pacientes em terapia, registrados no início de 2011. Depois vieram as vítimas de paralisia cerebral. A maior parte das crianças carentes, além das deficiências físicas, tinha uma vida familiar e social difícil. Psicólogos buscavam resolver os possíveis conflitos entre pais e filhos quanto à aceitação da deficiência física, numa época repleta de preconceitos. Eles orientavam e esclareciam dúvidas de familiares, emprestavam cadeiras de rodas e promoviam eventos culturais.

 Em 4 de março de 1958, a AACD obteve com a Prefeitura de São Paulo um termo de permissão de uso de um terreno na avenida Professor Ascendino Reis, na Vila Clementino, com 14.500 m2. No mês seguinte, foi lançada a pedra fundamental do novo Centro de Reabilitação. Começou, então, a construção da sede atual da AACD, custeada por campanhas de arrecadação, daquele ano e dos seguintes, por doações de grandes empresas e auxílio governamental. Finalmente, em 1963, foi inaugurado oficialmente o Centro de Reabilitação e Tratamento da AACD.

Da poliomielite aos novos desafios

 Nas décadas seguintes, com a poliomielite praticamente erradicada por meio da vacinação em massa e a implantação de exames pré-natais que conseguiram minimizar alguns problemas relacionados à gestação, outros problemas de saúde pública trouxeram novos desafios à AACD: a popularização do automóvel e da moto aumentou os índices de acidentes traumáticos. A violência nos centros urbanos atingiu a sociedade com as balas perdidas e os assaltos com vítimas. “A AACD precisou incorporar aos seus pacientes originais também paraplégicos, tetraplégicos e pessoas com traumatismo crânioencefálico, vítimas de acidentes vascular encefálico e amputados de todas as idades. Dessa forma, nossos jovens pacientes passaram a dividir cada vez mais espaço com adultos deficientes físicos”, relata Carneiro.

Teleton e a construção de novas unidades e filiadas

 Os recursos provenientes do Teleton são fundamentais para o crescimento da AACD. Os resultados financeiros do primeiro programa, em 1998, foram destinados à construção do Centro de Reabilitação de Recife (PE), inaugurado em maio de 1999. Parte da arrecadação do primeiro Teleton foi direcionada ainda à reforma e ampliação da Unidade Mooca. Esse braço da AACD havia nascido, em 1972, quando a Prefeitura de São Paulo cedeu o terreno em comodato para a instituição construir um centro de reabilitação e unidade escolar.

 O segundo Teleton, em 1999, gerou recursos para a construção do Centro de Reabilitação de Porto Alegre (RS). E daí em diante, a expansão regional da AACD não parou mais. Novas unidades foram construídas, sempre obedecendo a um critério lógico, privilegiando regiões carentes de atendimento especializado a deficientes físicos e com a possibilidade de recrutamento de profissionais qualificados.

 A partir de 2005, a construção de novas unidades passa a ser orientada por um novo modelo de sustentabilidade, no qual a AACD constrói e equipa o centro de reabilitação, seleciona, treina e supervisiona as equipes técnicas, mas é a prefeitura, através de uma organização social, que custeia a folha de pagamento e a manutenção do prédio. Estas novas unidades são filiadas à instituição e passam a ser chamadas de ARCD (Associação de Reabilitação à Criança Deficiente). Atualmente, são três unidades neste formato: a de Joinville (inaugurada em 2005), São José do Rio Preto (2007) e Poços de Caldas ( 2011). Além disso, em 2011 haverá a entrega da ARCD Mogi das Cruzes (SP), prevista para setembro.

 Tanto as unidades regionais como as filiadas levam a excelência do trabalho realizado na sede da entidade a outros pontos do Brasil, facilitando o tratamento de pacientes em outras regiões, buscando aumentar o atendimento e disseminando o conhecimento. Todas elas possuem centros de reabilitação.

  Os recursos para a construção da maioria delas, bem como a sua ampliação, continuam tendo o Teleton como fonte principal. Mas há exceções. Em 2011, além das unidades relacionadas acima, a AACD entregará duas unidades na capital paulista, financiadas pelo Governo do Estado, em dois terrenos cedidos pela Prefeitura de São Paulo.

O deficiente na sociedade

  Desde a década de 50 a AACD sempre investiu na educação do deficiente físico como forma de incluí-lo na sociedade, além de promover a reabilitação física.

 “Até os anos 70, o deficiente físico era invisível aos olhos da lei. Era proibido de trabalhar, por exemplo, no serviço público. A Constituição de 1988 obrigou a União, estados, Distrito Federal e municípios a cuidarem da proteção, garantia e integração social desses indivíduos. A partir daí, começaram as novas normas na construção de logradouros, nos edifícios de uso público e nos transportes coletivos. Também foi garantido o direito ao trabalho. Mas a realidade, infelizmente, ainda está muito distante do ideal. Nem todas as guias de calçadas são rebaixadas para a passagem de cadeirantes. Nem todos os ônibus permitem o acesso a deficientes físicos. Prédios residenciais pouco ou nada se preocupam com o fato. Há muito a ser feito, inclusive por cada um de nós”, comenta o presidente voluntário da AACD.

Clínicas especializadas formam os centros de reabilitação

  Os centros de reabilitação da AACD são formados atualmente por clínicas especializadas para cada tipo de deficiência física. Os pacientes são atendidos por uma equipe multidisciplinar, que faz a triagem e direciona cada um deles à clínica mais adequada ao seu caso. Os tipos de clínica que atendem às seguintes causas de deficiência física são divididos segundo o grau de prevalência.

 Maior prevalência em crianças:

Doenças neuromusculares – miopatias e neuropatias de causa hereditária.

Lesão encefálica adquirida infantil (LEAI) – traumatismo craniano, acidente vascular encefálico, infecções cerebrais tumores e asfixias.

Má-formações congênitas – doença dos ossos de vidro, articulações rígidas e demais doenças genéticas que comprometam os membros.

Mielomeningocele – má-formação congênita da medula espinhal e da coluna vertebral.

Paralisia cerebral – dano no cérebro que ocorre em crianças antes, durante ou depois do parto, com sequelas a órgãos ou sistemas.

Maior prevalência em adolescentes e adultos:

Amputações – adquiridas por diversas causas, de acidentes a doenças graves.

Lesão medular – paraplegia ou tetraplegia devido à lesão na medula espinhal, provocada por acidentes, tumores ou infecções e demais causas.

Lesão encefálica adquirida adulto – traumatismo craniano, acidente vascular encefálico, infecções cerebrais, tumores e asfixias.

 O Centro de Diagnóstico da AACD possui equipamentos de última geração. Seu Laboratório de Marcha tem o objetivo de avaliar o padrão de marcha dos deficientes físicos, utilizando aparelhos de alta tecnologia.

 A experiência internacional de técnicos, médicos e pesquisadores sempre trouxe informações novas, transmitidas às equipes da entidade. Por isso, a associação se tornou um núcleo de excelência para médicos, terapeutas e professores. A partir de 1990, ofereceu bolsas de estudo remuneradas para residentes ou técnicos nas mais diversas áreas. E até hoje abriga profissionais para estágio e treinamento. Foram vários os profissionais estrangeiros que passaram pela AACD ao longo dos seus mais de 60 anos, repassando conhecimentos nas mais diversas áreas de reabilitação. A AACD posteriormente aproveitou oportunidades para enviar também seus médicos para cursos e visitas a centros especializados no exterior

Hospital Abreu Sodré

  A construção de um hospital próprio foi outro sonho idealizado pelos fundadores da AACD. Levantar fundos para a construção e o equipamento desse hospital foi o principal objetivo da instituição no início dos anos 90. O terreno da Ascendino Reis, parcialmente ocupado pelo Centro de Reabilitação, permitia essa expansão. Sua diretoria partiu para a coleta de fundos para a construção, batendo nas portas certas, com a insistência e coragem de sempre.

O Hospital Abreu Sodré, que recebeu este nome em homenagem ao advogado Roberto Costa de Abreu Sodré, um antigo presidente voluntário da AACD, foi inaugurado em 12 de julho de 1993, com dois de seus cinco andares previstos, graças a contribuições significativas de empresas, ao apoio da sociedade e com o financiamento do BNDES. Numa área construída de pouco mais de cinco mil metros quadrados, funcionando inicialmente com 60 leitos, o Hospital Abreu Sodré possui hoje 111 leitos, incluindo internação e UTI, consequência de sua última ampliação em 2009.

 Atualmente, seu Centro Cirúrgico tem 10 salas reformadas e devidamente equipadas. Os 1.158 médicos credenciados, todos com título de especialista, têm à disposição a aparelhagem necessária para a realização de cirurgias de grande complexidade, o que garante a segurança aos seus pacientes.

 O hospital é considerado um dos melhores da capital paulista e tem uma das menores taxa de infecção hospitalar do País: média anual de apenas 0,66% – considerada excelente com base nos padrões internacionais do Center for Disease Control and Prevention. Isso, graças à atuação da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). Seus profissionais especializados e a infraestrutura disponível também são seus grandes destaques.

  O Hospital Abreu Sodré é um centro de excelência, utilizado para aperfeiçoamento de cirurgias ortopédicas e especializado em deficiências físicas, do aparelho locomotor e lesões medulares. É o difusor de modernas técnicas de cirurgias, não só ortopédicas, mas neurológicas, urológicas e oftalmológicas, geralmente relacionadas a deficiências e deformidades físicas. É também pioneiro nas pesquisas e tratamento da técnica da cirurgia minimamente invasiva na coluna vertebral, que influenciou esta prática de cirurgia no Brasil com o fortalecimento do conceito de mínima agressão, rápida reabilitação, menos tempo de internação e baixo custo no tratamento de doenças da coluna vertebral.

“Medicina social”: a base do tratamento da entidade

  Durante os mais de 60 anos de trabalho, a AACD sempre buscou um conceito novo no tratamento de deficientes físicos, por meio da ”medicina social”: reabilitar para o convívio diário e para o trabalho quem estivesse inabilitado. “O que hoje chamamos de inclusão social já era praticado pela AACD desde sua fundação. Muita coisa mudou neste período, o deficiente físico ganhou espaço no mercado de trabalho, mas a sociedade ainda se sente desconfortável ao se defrontar com pessoas deficientes físicas”, lamenta Carneiro. “Temos muito a trabalhar nesse sentido para que esta realidade se transforme”, finaliza.

 As unidades da AACD

 Unidade Central

  AACD Ibirapuera - São Paulo (SP) - Centro de Reabilitação Dr. Renato da Costa Bomfim*

  Av. Prof. Ascendino Reis, 724

  (11) 5576-0777 - início das atividades em 1950

  Oficina Ortopédica

  Rua Pedro de Toledo, 1.620, Vila Clementino

  (11) 5576-0982 / 5576-0983

  Loja Ortopédica

 Bloco A da AACD - Rua Pedro de Toledo, 1.620, Vila Clementino

 (11) 5576-0813 - Horário de funcionamento: 8h às 18h.

 Unidades Regionais da AACD

 AACD Mooca - São Paulo (SP)

 Rua Taquari, 549

 11) 2081-6199 - início das atividades em 1972 e ampliação em 1999

 AACD Osasco (SP) - Centro de Reabilitação Lázaro de Mello Brandão*

  Av. Getúlio Vargas, 1.150, Piratininga

  (11) 3604-5155 - início das atividades em 2003

AACD Recife (PE) - Centro de Reabilitação Eng. Clóvis Scripilliti*

 Av. Advogado José Paulo Cavalcanti, 155, Ilha Joana Bezerra

 (81) 3419-4000 - início das atividades em 1999

 AACD Porto Alegre (RS)*

 Rua Prof. Cristiano Fischer, 1.510, Jardim do Salso

 (51) 3382-2200 - início das atividades em 2000

 AACD Uberlândia (MG)*

 Rua da Doméstica, 25, Planalto

 (34) 3228-8000 – início das atividades em 2001

 AACD Nova Iguaçu (RJ)*

 Rua Maranhão, 125, Jardim da Viga

 (21) 3759-8400 - início das atividades em 2004

  *unidades que possuem oficina ortopédica

  Unidades Filiadas - ARCD = Associação de Reabilitação da Criança Deficiente

  ARCD Joinville (SC)

  Av. Alvino Hansen, s/nº, Ademar Garcia

  (47) 3489-9200 - início das atividades em 2006

 ARCD São José do Rio Preto (SP)

  Av. da Luz, 2.525, Tarraf II

  (17) 3216-4230 - início das atividades em 2008

 ARCD Poços de Caldas (MG)

 Rua Antônio Matavelli Sobrinho, s/nº, Vila Flora II

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